quinta-feira, 10 de março de 2011

Um amor banal...

Se você não fosse tão especial assim,
amar você não seria coisa tão banal pra mim

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Como vai você?

Se não gostares da pergunta
e quiseres culpar alguém,
não culpe a mim
Culpe a saudade

Pois foi esta amante vadia que
apossou-se do meu coração sem
sem dó nem piedade e deixou-me
assim de você tão carente

Ela que nunca pede licença para
entrar, mas sei que de repente
irá embora no dia em que você voltar

Apesar de não valer um vintém, meu
maior sonho é que um dia ela venha
a apossar-se do teu coração também.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Drummond - Amar

Não te esquecerei jamais

Ah, meu amor! Por que te escondes e
permaneces oculta nas entrelinhas de
um sonho que sabes ainda tão vivo?

Por que não trilhas mais o caminho que
construímos juntos palavra a palavra,
carinho a carinho. Por que insistes em
beijar nossas fotos antigas. Por que não
voltas serena ao nosso ninho?

Sim. Eu não sei mais por onde andas,
mas sei que ainda te leio, te sinto e sei
que ainda andas como sempre a me encantar
Apesar da distancia, a cada dia mais e mais

Pode parecer apenas mais um mistério sem
sentido este sentimento que dentro do meu
peito ainda palpita. Ou um simples jogo de
palavras tortamente escritas. Mas saiba que
ainda espero. E não te esquecerei, jamais.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Fácil

Como é fácil falar de amor,
para quem traz sempre uma rosa
de presente, vermelha como paixão

Como é fácil falar de amor, de mim de nós,
que um dia atamos os fios do destino e
deixamos de ser sós

Como é fácil falar de amor, para quem vive
imersa num mar de emoções. Transformando
em pérolas,o que antes eram simples grãos.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Ama-me agora

Ama-me agora que te quero,
com toda minha vontade

Mas posto que é permanente
este desejo que sinto por ti,
Se preciso for deixe a pressa de lado...

Vou te esperar mesmo por toda a eternidade!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Servo

A solidão habita a alma do poeta
de modo tão insistente,
que ele consegue expulsá-la
apenas quando escreve

Mas até nesses raros momentos,
a única coisa que consegue é
descrever o quanto é servo
dessa estranha criatura

Que fala sem ter voz, disfarça-se
de qualquer musa por quem o pobre
infeliz imagina ter algum sentimento

Rouba-lhe a calma, resiste ao tempo...
E por quem este sempre se esquece,
já nasceu apaixonado perdidamente.